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Oi, eu sou a Malena
Penso conteúdo como estratégia e aqui você vê onde isso dá resultado.
Pode stalkear à vontade ;)
Portfólio
Aqui você encontrará alguns trabalhos recentes. Explore os projetos para saber mais.


Curadoria | GloboPlay
Faço curadoria de vídeos para o Globopop, o aplicativo próprio de vídeos curtos da Globo. Meu trabalho é selecionar e organizar o conteúdo que alimenta a plataforma, garantindo que cada vídeo esteja alinhado à linguagem digital first e à curadoria de credibilidade que a Globo entrega, num ambiente pensado para ser seguro e livre de ruído.
Na prática, ajudo a manter o feed no ritmo certo: conteúdo relevante, no tom da casa e conectado ao que está em alta, do universo das produções Globo aos grandes eventos que pautam a conversa do público.
Na prática, ajudo a manter o feed no ritmo certo: conteúdo relevante, no tom da casa e conectado ao que está em alta, do universo das produções Globo aos grandes eventos que pautam a conversa do público.


VCA Hospitals — Estratégia de conteúdo Brasil
Sou a responsável por propor as pautas mensais dos hospitais do grupo no Brasil, sincronizando o calendário local com as pautas macro globais e nacionais. Cuido da estratégia de conteúdo de ponta a ponta: definição de pauta, agendamento das publicações, acompanhamento de métricas e produção dos relatórios mensais em português e inglês.
Meu papel é manter os hospitais brasileiros alinhados à narrativa global do grupo sem perder a relevância local, traduzindo diretrizes internacionais em conteúdo que faz sentido pra cada praça e reportando os resultados pros dois públicos, aqui e fora.
Meu papel é manter os hospitais brasileiros alinhados à narrativa global do grupo sem perder a relevância local, traduzindo diretrizes internacionais em conteúdo que faz sentido pra cada praça e reportando os resultados pros dois públicos, aqui e fora.


Èze Crêperie | Assessoria de Imprensa
O contexto
Em outubro de 2024, a Èze Crêperie inaugurou sua primeira unidade franqueada, em São José. Era a primeira operação da marca fora da Capital e, mais do que a abertura de um ponto, marcava a virada de restaurante catarinense para rede em expansão.
O desafio
Lançamentos gastronômicos disputam espaço com dezenas de aberturas por semana na Grande Florianópolis. Para furar essa concorrência, a inauguração precisava ser lida pelas redações como notícia de negócio e de cidade, e não apenas como divulgação de cardápio.
A estratégia
Construí a narrativa em torno de dois eixos que sustentam interesse jornalístico próprio. O primeiro foi o eixo econômico: primeira franquia, expansão de uma marca nascida em Florianópolis, chegada a São José. O segundo foi o eixo de serviço: cardápio com sabores exclusivos, opções veganas, integrais, sem glúten e sem lactose, informação que responde a uma demanda concreta do leitor. Com esses dois ângulos, o mesmo lançamento pôde ser oferecido a editorias diferentes sem repetir abordagem.
Os resultados
A pauta foi publicada no ND Mais, maior portal de notícias de Santa Catarina, com destaque em capa da editoria de Florianópolis. A partir da parceria de conteúdo entre ND Mais e R7, a matéria alcançou também o portal nacional. O Informe Floripa cobriu a inauguração com informações de serviço completas, publicadas antes da data de abertura.


Community Management: Ipanema + Boca Rosa
Nessa collab entre Ipanema e Boca Rosa atuei como community manager. Meu papel foi cuidar do calendário editorial, transformar o direcionamento da campanha em briefings claros pra criação, garantir consistência de tom entre as marcas e acompanhar a conversa com o público de ponta a ponta, do planejamento à aprovação.


Companhia de Águas Catarinense (Casan) | Assessoria de Imprensa
Como assessora de imprensa da CASAN, atuando pela JPR Ambiental, conduzi três frentes de comunicação ligadas a programas de saneamento em Santa Catarina:
Comunicação estratégica dos programas Trato pelo Araújo e Trato pela Costa Norte, com campanhas integradas entre canais online e offline.
Coordenação da assessoria e do relacionamento com a imprensa do Trato por Chapecó.
Coordenação do Programa de Trabalho Socioambiental (PTSA) na implantação do sistema de tratamento de esgoto em Rio do Sul.
Comunicação estratégica dos programas Trato pelo Araújo e Trato pela Costa Norte, com campanhas integradas entre canais online e offline.
Coordenação da assessoria e do relacionamento com a imprensa do Trato por Chapecó.
Coordenação do Programa de Trabalho Socioambiental (PTSA) na implantação do sistema de tratamento de esgoto em Rio do Sul.


Engie Brasil Energia & Engie Solar | Assessoria de Imprensa
Entre 2019 e 2021, pela Dfato Comunicação atuei como assessora de imprensa da Engie Brasil Energia e da Engie Solar, responsável pelo relacionamento com a imprensa e pelo posicionamento das duas marcas no setor de energia.
![Ocupe | Assessoria de Imprensa [Mkt e Tecnologia]](https://static.wixstatic.com/media/4a4ee7_40e013312ae944848ef43dd6939b0a7e~mv2.jpeg/v1/fill/w_1,h_1,q_90/4a4ee7_40e013312ae944848ef43dd6939b0a7e~mv2.jpeg)
![Ocupe | Assessoria de Imprensa [Mkt e Tecnologia]](https://static.wixstatic.com/media/4a4ee7_40e013312ae944848ef43dd6939b0a7e~mv2.jpeg/v1/fill/w_470,h_353,q_90,enc_avif,quality_auto/4a4ee7_40e013312ae944848ef43dd6939b0a7e~mv2.jpeg)
Ocupe | Assessoria de Imprensa [Mkt e Tecnologia]
O contexto
A Ocupe atua com serviços de marketing sob demanda e disputa atenção em um mercado onde todo concorrente também produz conteúdo. A empresa não tinha frente de assessoria de imprensa quando assumi a comunicação.
O desafio
Construir presença editorial sem mailing consolidado, sem histórico de relacionamento com redações e com orçamento enxuto. Uma operação nova precisa provar valor rápido, antes que a área seja tratada como custo.
A estratégia
Estruturei a frente em duas camadas. A primeira foi editorial: transformei o posicionamento comercial da empresa em pautas com interesse jornalístico próprio, como o custo de equipes internas de marketing, a aplicação de IA na produção de vídeo e o uso de dados proprietários no mercado SaaS. Cada release respondia a uma dúvida real de quem toma decisão de marketing, o que aumentou a chance de aproveitamento pelas editorias de Negócios e Economia.
A segunda camada foi de distribuição. Avaliei o cenário de fornecedores e intermediei a contratação do Dino, plataforma que dá escala de alcance enquanto o mailing próprio amadurece. A decisão permitiu chegar a cerca de 1.860 jornalistas por envio com investimento de R$ 613,60 por distribuição.
Os resultados
Três distribuições somaram 547 publicações. O conteúdo alcançou veículos Tier 1, entre eles a Agência O Globo e o R7, e chegou a todas as cinco regiões do país, com destaque para Nordeste e Sudeste. A valoração de exposição acumulada chegou a R$ 1,58 milhão sobre R$ 1,8 mil investidos, pela metodologia da plataforma.
O aprendizado
Uma assessoria nascente precisa de duas coisas ao mesmo tempo, pauta que interesse à redação e canal que garanta alcance. Resolver só uma das pontas produz release bem escrito que ninguém lê, ou distribuição ampla de conteúdo que ninguém aproveita.
A Ocupe atua com serviços de marketing sob demanda e disputa atenção em um mercado onde todo concorrente também produz conteúdo. A empresa não tinha frente de assessoria de imprensa quando assumi a comunicação.
O desafio
Construir presença editorial sem mailing consolidado, sem histórico de relacionamento com redações e com orçamento enxuto. Uma operação nova precisa provar valor rápido, antes que a área seja tratada como custo.
A estratégia
Estruturei a frente em duas camadas. A primeira foi editorial: transformei o posicionamento comercial da empresa em pautas com interesse jornalístico próprio, como o custo de equipes internas de marketing, a aplicação de IA na produção de vídeo e o uso de dados proprietários no mercado SaaS. Cada release respondia a uma dúvida real de quem toma decisão de marketing, o que aumentou a chance de aproveitamento pelas editorias de Negócios e Economia.
A segunda camada foi de distribuição. Avaliei o cenário de fornecedores e intermediei a contratação do Dino, plataforma que dá escala de alcance enquanto o mailing próprio amadurece. A decisão permitiu chegar a cerca de 1.860 jornalistas por envio com investimento de R$ 613,60 por distribuição.
Os resultados
Três distribuições somaram 547 publicações. O conteúdo alcançou veículos Tier 1, entre eles a Agência O Globo e o R7, e chegou a todas as cinco regiões do país, com destaque para Nordeste e Sudeste. A valoração de exposição acumulada chegou a R$ 1,58 milhão sobre R$ 1,8 mil investidos, pela metodologia da plataforma.
O aprendizado
Uma assessoria nascente precisa de duas coisas ao mesmo tempo, pauta que interesse à redação e canal que garanta alcance. Resolver só uma das pontas produz release bem escrito que ninguém lê, ou distribuição ampla de conteúdo que ninguém aproveita.


Panorama Abecs
Sou a estrategista de conteúdo e comunicação digital da Abecs, associação que representa o setor de meios eletrônicos de pagamento no Brasil, dentro da operação da Ogilvy.
O desafio central é transformar dados setoriais densos em conteúdo que ultrapasse a imprensa especializada e alcance públicos amplos no LinkedIn, no Instagram e no YouTube. A partir dessa premissa, com a equipe, convertemos marcos como o Balanço do Setor em campanhas multiplataforma e estruturo o SEO dos releases do Panorama Abecs para sustentar presença orgânica de longo prazo.
Fecho o ciclo na análise. Mantenho o dashboard de performance e o relatório mensal entregue à Ogilvy, que traduzem números em recomendação editorial e orientam as decisões seguintes. Em um ano, o trabalho somou 926 conteúdos publicados, 38,8 milhões de alcance no Instagram e 42 milhões de impressões no LinkedIn.
O desafio central é transformar dados setoriais densos em conteúdo que ultrapasse a imprensa especializada e alcance públicos amplos no LinkedIn, no Instagram e no YouTube. A partir dessa premissa, com a equipe, convertemos marcos como o Balanço do Setor em campanhas multiplataforma e estruturo o SEO dos releases do Panorama Abecs para sustentar presença orgânica de longo prazo.
Fecho o ciclo na análise. Mantenho o dashboard de performance e o relatório mensal entregue à Ogilvy, que traduzem números em recomendação editorial e orientam as decisões seguintes. Em um ano, o trabalho somou 926 conteúdos publicados, 38,8 milhões de alcance no Instagram e 42 milhões de impressões no LinkedIn.


Livro | AFM 50 anos
Livro comemorativo dos 50 anos da Acearia Frederico Missner
Link para download: https://clippingsme-assets-1.s3.amazonaws.com/cuttingpdfs/1948761/f6dc3a5516c035e2cd6c5d129e6e6df9.pdf?
Link para download: https://clippingsme-assets-1.s3.amazonaws.com/cuttingpdfs/1948761/f6dc3a5516c035e2cd6c5d129e6e6df9.pdf?


VRS Miringuava | Coordenação de Comunicação
VRS Miringuava: comunicação entre a barragem, o produtor rural e a imprensa
O contexto
A Bacia do Rio Miringuava é uma das maiores áreas de produção de hortaliças da Região Metropolitana de Curitiba e responde por 70% da produção de São José dos Pinhais. É também um manancial. A Sanepar construiu ali sua quinta barragem da região metropolitana, obra que amplia o abastecimento de 250 mil para mais de 600 mil pessoas e que trouxe consigo o Plano de Desenvolvimento Socioterritorial, do qual o Programa de Vocações Regionais Sustentáveis é uma das frentes. O VRS busca valorizar a produção local e abrir mercados para os produtos do território.
O desafio
Comunicação de projeto socioambiental ligado a obra hídrica opera sob tensão permanente. De um lado estão produtores rurais que serão afetados pela infraestrutura e que chegam à conversa com desconfiança legítima. Do outro estão órgãos públicos, empresa de saneamento e parceiros institucionais, cada um com linguagem, prazo e interesse próprios. A imprensa, quando entra, tende a cobrir barragem pela chave do conflito. Fazer o projeto ser compreendido exigia falar três línguas ao mesmo tempo.
A estratégia
Estruturei a comunicação em três frentes que se alimentavam.
A primeira foi a escuta territorial. Organizei oficinas com a comunidade da bacia, formato que coloca o produtor como interlocutor e não como público receptor de comunicado. As oficinas geravam conteúdo real para a comunicação e devolviam ao projeto informação sobre o que a comunidade efetivamente demandava.
A segunda foi a articulação institucional. Mantive o contato com stakeholders do programa, alinhando discurso entre Sanepar, parceiros do estado e equipes técnicas em campo. Também participei da revisão do projeto, o que permitiu que a comunicação fosse tratada como componente da execução, e não como camada aplicada depois.
A terceira foi a imprensa. Conduzi o relacionamento com as redações e a assessoria de imprensa da iniciativa, oferecendo à cobertura o ângulo do desenvolvimento econômico e da segurança hídrica, com fontes técnicas disponíveis e pauta construída a partir do que acontecia no território.
Os resultados
O programa manteve presença consistente na imprensa paranaense e nos canais institucionais do estado ao longo do período, com cobertura que priorizou agricultura sustentável, abertura de mercado e segurança hídrica. As oficinas mobilizaram produtores da bacia e passaram a integrar a narrativa pública do projeto.
O contexto
A Bacia do Rio Miringuava é uma das maiores áreas de produção de hortaliças da Região Metropolitana de Curitiba e responde por 70% da produção de São José dos Pinhais. É também um manancial. A Sanepar construiu ali sua quinta barragem da região metropolitana, obra que amplia o abastecimento de 250 mil para mais de 600 mil pessoas e que trouxe consigo o Plano de Desenvolvimento Socioterritorial, do qual o Programa de Vocações Regionais Sustentáveis é uma das frentes. O VRS busca valorizar a produção local e abrir mercados para os produtos do território.
O desafio
Comunicação de projeto socioambiental ligado a obra hídrica opera sob tensão permanente. De um lado estão produtores rurais que serão afetados pela infraestrutura e que chegam à conversa com desconfiança legítima. Do outro estão órgãos públicos, empresa de saneamento e parceiros institucionais, cada um com linguagem, prazo e interesse próprios. A imprensa, quando entra, tende a cobrir barragem pela chave do conflito. Fazer o projeto ser compreendido exigia falar três línguas ao mesmo tempo.
A estratégia
Estruturei a comunicação em três frentes que se alimentavam.
A primeira foi a escuta territorial. Organizei oficinas com a comunidade da bacia, formato que coloca o produtor como interlocutor e não como público receptor de comunicado. As oficinas geravam conteúdo real para a comunicação e devolviam ao projeto informação sobre o que a comunidade efetivamente demandava.
A segunda foi a articulação institucional. Mantive o contato com stakeholders do programa, alinhando discurso entre Sanepar, parceiros do estado e equipes técnicas em campo. Também participei da revisão do projeto, o que permitiu que a comunicação fosse tratada como componente da execução, e não como camada aplicada depois.
A terceira foi a imprensa. Conduzi o relacionamento com as redações e a assessoria de imprensa da iniciativa, oferecendo à cobertura o ângulo do desenvolvimento econômico e da segurança hídrica, com fontes técnicas disponíveis e pauta construída a partir do que acontecia no território.
Os resultados
O programa manteve presença consistente na imprensa paranaense e nos canais institucionais do estado ao longo do período, com cobertura que priorizou agricultura sustentável, abertura de mercado e segurança hídrica. As oficinas mobilizaram produtores da bacia e passaram a integrar a narrativa pública do projeto.


Cruzeiro do Sul | Estrategista de influência
Na Cruzeiro do Sul atuei como estrategista de influência, traçando o perfil ideal de criador para uma campanha com 25 influenciadores voltada à divulgação dos cursos EAD e presenciais. Meu papel foi entender a fundo o público-alvo de cada curso e mapear as diferentes praças do país, do norte ao sul, pra encontrar o creator certo pra cada uma das 25 vagas.
O desafio maior estava justamente nessa costura: cada região fala uma língua, e um perfil que engaja no Nordeste nem sempre é o que converte no Sul. Ao todo, conseguimos montar um casting afinado com cada praça, aproximando a Cruzeiro do Sul de quem realmente importava em cada território.
Além disso, colaborei com um time de criação para produzir vídeos hero com IA na locução e nas cenas, cortando custos de diárias externas e casting. O resultado foi uma sprint de criativos enxuta e potente: 93 vídeos com 2 a 6 desdobramentos cada, em apenas 15 dias.


50 anos em defesa da classe trabalhadora | Livro-reportagem e Biografia
Participei do livro 50 anos em defesa da classe trabalhadora, a biografia profissional de Gisa Nara Maciel Machado da Silva, uma das principais advogadas trabalhistas do país.
A coordenação, a edição e o texto final são da querida e renomada jornalista Duda Hamilton, e eu assino com ela a pesquisa e os textos, além de responder pela decupagem das entrevistas e por parte da revisão.
Contar cinquenta anos de uma trajetória significa lidar com dois planos ao mesmo tempo. De um lado, a história do país, com a ditadura militar, as greves do fim dos anos 1970, a Constituição de 1988, a criação da CUT e a Reforma Trabalhista. De outro, a vida de uma mulher que se impôs em um ambiente jurídico e sindical majoritariamente masculino. Meu trabalho foi encontrar o ponto em que essas duas escalas se encontram, o que exigiu ouvir com atenção os depoimentos, cruzar versões e devolver ao texto o que estava disperso na memória das fontes.
A apuração reuniu dezenas de entrevistas em profundidade com dirigentes sindicais, advogados, ex-sócios e familiares, somadas a pesquisa nos arquivos dos sindicatos dos Metalúrgicos de Canoas e dos Bancários de Porto Alegre. Foi ali que a biografia deixou de ser individual e virou também um registro sobre como o direito do trabalho se transformou no Brasil.
Participação:
Livro-reportagem e biografia institucional
Pesquisa histórica e documental
Decupagem e tratamento de entrevistas em profundidade
Redação de textos a partir de fontes orais e arquivo
Revisão editorial
Projeto: 50 anos em defesa da classe trabalhadora, biografia de Gisa Nara Maciel Machado da Silva (coordenação de Duda Hamilton)
Créditos:
Coordenação, edição, entrevistas e texto final: Duda Hamilton
Pesquisa e textos: Duda Hamilton e Malena Wilbert
Decupagem de Entrevistas: Lucianne Hamilton e Malena Wilbert
Revisão: Nubia Silveira e Malena Wilbert.
Concepção Gráfica:Cesar Valente/Multitarefas
Capa - Foto Assembleia dos Metalúrgicos de Canoas/RS, sob a liderança de
Paulo Paim, presidente do Sindicato e atual senador da República/ Arquivo
do Sindicato dos Metalúrgicos de Canoas.
A coordenação, a edição e o texto final são da querida e renomada jornalista Duda Hamilton, e eu assino com ela a pesquisa e os textos, além de responder pela decupagem das entrevistas e por parte da revisão.
Contar cinquenta anos de uma trajetória significa lidar com dois planos ao mesmo tempo. De um lado, a história do país, com a ditadura militar, as greves do fim dos anos 1970, a Constituição de 1988, a criação da CUT e a Reforma Trabalhista. De outro, a vida de uma mulher que se impôs em um ambiente jurídico e sindical majoritariamente masculino. Meu trabalho foi encontrar o ponto em que essas duas escalas se encontram, o que exigiu ouvir com atenção os depoimentos, cruzar versões e devolver ao texto o que estava disperso na memória das fontes.
A apuração reuniu dezenas de entrevistas em profundidade com dirigentes sindicais, advogados, ex-sócios e familiares, somadas a pesquisa nos arquivos dos sindicatos dos Metalúrgicos de Canoas e dos Bancários de Porto Alegre. Foi ali que a biografia deixou de ser individual e virou também um registro sobre como o direito do trabalho se transformou no Brasil.
Participação:
Livro-reportagem e biografia institucional
Pesquisa histórica e documental
Decupagem e tratamento de entrevistas em profundidade
Redação de textos a partir de fontes orais e arquivo
Revisão editorial
Projeto: 50 anos em defesa da classe trabalhadora, biografia de Gisa Nara Maciel Machado da Silva (coordenação de Duda Hamilton)
Créditos:
Coordenação, edição, entrevistas e texto final: Duda Hamilton
Pesquisa e textos: Duda Hamilton e Malena Wilbert
Decupagem de Entrevistas: Lucianne Hamilton e Malena Wilbert
Revisão: Nubia Silveira e Malena Wilbert.
Concepção Gráfica:Cesar Valente/Multitarefas
Capa - Foto Assembleia dos Metalúrgicos de Canoas/RS, sob a liderança de
Paulo Paim, presidente do Sindicato e atual senador da República/ Arquivo
do Sindicato dos Metalúrgicos de Canoas.
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